[these are some excerpts from a very laid-back conversation with Francisco Montaria Lopes; I don't recall the author of the article. It was published in Revista LER, Fall 2025.]
O ensino profissional representa 40% do ensino secundário. Portugal devia ter mais ensino profissional. A SuÃça tem 80% dos seus alunos no ensino profissional.
Mas tem de ser um sofrimento autoimposto, que muitas vezes foi aceso pela paixão [...]. Antes de semear o fascÃnio pela beleza da ciência, põe-se logo a malta toda a treinar forte e feio coisas que mal compreende. Como é possÃvel separar o ensino da matmeática da descoberta da astronomia e da conquista geográfica do Planeta? Como é possÃvel separar a arte da retórica da biologia da consciência humana? Não podes separar a poesia de Rimbaud da compreensão do grego, nem a sua apetência comercial e matemática da sua vertigem pelas aventuras coloniais na Etiópia.
[...] isto já aconteceu no final da Idade Média. A imprensa liquidou a escolástica e provocou a queda das universidades e o tumulto deu origem ao Humanismo, à s revoltas protestantes e à s revoluções polÃticas. O nosso mundo nasceu dos destroços da antiga aliança entre as universidades e as coroas, cuja implosão foi operada pela imprensa.
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